domingo, 22 de agosto de 2010

n.01

n.01

Hoje perguntamos por que escrever, para quem escrever, num mundo de surdos e cegos desaparecem as razões e os objetivos, não falo de niilismo nem de ceticismo, mas da certeza do que se quer, do que se prefere, afinal o silêncio também é uma escolha, porém escrever deve ser nossa missão, nossa profissão de fé, despertar almas, levantar aqueles que jazem, formar, transformar, formatar. Num mundo de surdos e cegos gritamos no silêncio, no vazio da alma, amanhã eles saberão, conhecerão, testificarão, apenas porque escrevemos.

Tarefa árdua, vivenciada em uma batalha contínua onde se enfrentam pena, papel e indivíduo, tudo parece mais importante, constantemente adiada, todavia sempre feita, a antítese se coloca como mediadora, bandeira branca em um ríspido terreno responsável por cicatrizes invisíveis e profundas.

Encerro o meu triste prólogo com a advertência sobre o futuro: um epílogo!

2 críticas ou não...:

Luís Coelho disse...

Bom dia
É preciso gostar e saber escrever.
Hoje todos escrevem e muitos escrevem mal e com temas maus.
É preciso escrever coisas que nos edifiquem e que não matem em nós aquela criança que brinca e salta naturalmente.
Gostaria de escrever com as flores e toda a natureza levando a alegria e a felicidade a todos os que lêem ou que em silêncio meditam.

Lista Telefonica disse...

www.sualista.com.br